Brasil é medalha de Ouro em barreiras comerciais

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Brasil é medalha de Ouro em barreiras comerciais

Brasil é medalha de ouro em barreiras comerciais

O Brasil vem adotando medidas importantes para abrir espaço para importação e exportação de produtos, mas ainda estamos longes de facilitar os negócios da globalização. Essa não é só uma opinião de especialista, mas sim a constatação da própria Organização Mundial do Comércio. Dados divulgados pelo órgão apontam o Brasil como o país que mais adotou medidas para barrar produtos importados.

As barreiras comerciais adotadas no Brasil

De acordo com a OMC, entre 2013 e 2015, o Brasil adotou 112 medidas antidumping, barrando assim a vinda de produtos do exterior. Os principais setores atingidos pelas barreiras comerciais brasileiras foram o de plásticos, borrachas e produtos químicos. Apesar da diminuição na criação de medidas, a organização alerta para um efeito dominó no mundo todo.

Segundo a entidade, um país que não permite a inserção de produtos vindos do exterior pode comprometer não só a economia nacional e global, como também pode prejudicar postos de trabalho, principalmente de setores que vivem desta relação internacional.

Além da OMC, Comissão Europeia critica posição do Brasil

Outra entidade importante e reconhecida mundialmente, a Comissão Europeia, constatou as barreiras comerciais criadas no Brasil nos setores que citamos acima. Além disso, o órgão ainda aponta as dificuldades que diferentes empresas enfrentam em relação aos impostos e documentos de liberação de entrada de produtos vindo de diferentes países.

Os pontos importantes sobre as barreiras comerciais

Riquezas produzidas

O sistema globalizado de comércio, envolvendo obviamente a importação e exportação, faz com que a riqueza produzida em todo o mundo passe por diferentes países. Isso significa não só ganhos, mas também melhora nas estruturas comerciais, tanto no Brasil quanto em outras regiões, bem como gera riqueza socialmente e culturalmente.

Imagem distorcida

Há alguns anos o Brasil vem conquistando o investimento de outros países e empresas internacionais. As medidas que tem impedido o recebimento de produtos de diversas áreas pode também afetar a imagem do País no mercado internacional. Uma medida importante começa alterar a percepção de quem está lá fora, como é o caso da medida do carnê ATA, que facilitou a entrada e circulação de bens por tempo determinado. A medida veio junto com as Olimpíadas, que por si só já movimenta milhões e recebe centenas de estrangeiros.

PIB

A riqueza toda produzida no País, o que se tem de ganhos ao todo, também considera a circulação de produtos importados. No cálculo em si, há dados sobre os produtos que chegaram no Brasil e eles entram para o cálculo final, podendo afetar o resultado de forma positiva ou negativa.

Os efeitos para as empresas brasileiras

Tanta tecnologia produzida lá fora pode alimentar no mercado interno uma concorrência mais acirrada e competitiva, o que é fundamental para melhora nos serviços e nos custos. Com barreiras de importação, diversos produtos e serviços não chegam ao Brasil e não permitem ganhos maiores para diversas empresas, algumas que dependem exclusivamente da importação.

Outros pontos importantes não devem ser esquecidos na importação, como é o caso de produtos já prontos e que podem demorar menos, considerando que aqui ainda precisa ser produzido. O custo, ainda que se tenham taxas, podem ser mais em conta conforma a variação do valor da moeda local. Por exemplo, o real é mais valorizado que o peso, logo o brasileiro tem mais poder de compra na Argentina. O mesmo vale no mercado de importação, ainda que os impostos sejam assustadores.

Além de tudo isso, existe uma política internacional promovendo a importação de produtos. Governos de diferentes países facilitam a vinda de diferentes produtos para o Brasil, por exemplo.  O incentivo governamental realmente atrai diversas empresas e empreendedores nos quatro cantos do mundo e, se depende da Organização Mundial do Comércio, o segmento deve ganhar mais força nos próximos anos. Lembre-se que a circulação da riqueza produzida mantem o sistema em perfeita ordem, evitando que países deixem de lucrar e quebrem a corrente de prosperidade prevista pelo próprio capitalismo.

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